Feriadão em plena quarta, pra não ficar em casa em frente ao dvd, resolvemos queimar asfalto, havíamos combinado previamente que nosso destino seria a praia de Ajuruteua em bragança. Entretanto quando encontrei os brothers (ivan, rafael e diego), resolvemos alterar nosso destino pra crispim, que é uma praia mais perto tipo +/- 80 km de castanhal e uns 150 de belém. Como de costume pego o trem andando lá em castanhal, só que dessa feita fui e voltei de casa pra Br umas 03 vezes, uma eu esqueci o celular, na outra na outra já estava aguardando e o ivan me liga dizendo q ainda estavam saindo de belém e a outra foi qdo fui já na certeza q já estavam perto de castanhal.
Na ultima vez que retornei a Br, aproveitei a demora dos brothers pra completar o tanque de gasolina; assim que a turma chega, alteramos o destino da trip e rumamos pra Crispim, antes paramos numa lanchonete na estrada de marudá pra forrar os estomagos; aproveitei pra por a queixeira do meu capacete.
Pegamos a estrada e fomos pra São João da Ponta, nem sabiamos quantos kms eram da Estrada asfaltada até lá, visto que era estrada de piçarra. trecho off-road muito bom com exceção da poeira que ia impregnar a tornado que tinha vindo do lavajato :(
mas quem tá na chuva é pra se molhar, na ida me segurei um pouco e fikei entre 60-80km/h nesse trecho.
chegamos em São João da Ponta, incrivel como achei parecida com outras cidades que já fui, tipo assim, o trapiche o rio em frente a cidade, a igreja na praça etc...
procuramos um lugar mais afastado pra estacionar as motocas, e tiramos algumas fts na beira-rio e retornamos pra rodovia; na volta a tornado ficou mais nervosa e coloquei 112 km/h em um retão na estrada de piçarra, incrível como a suspensão da tornado absorve até akele incomodo das costelas de vaca da pista.
Ao chegar novamente na PA que vai pra Marudá, tomamos uma água em uma lanchonete de beira de estrada e asfalto de novo até Crispim; onde fomos direto pra praia por um atalho que tivemos q empurrar as motocas pra subir um topete de areia.
estacionamos as motos na areia e curtimos a praia, que tinha uma novidade, faz tempo que conheço e frequento crispim, mas pela primeira vez haviam praticantes de kite surf, akele esporte que os caras "surfam" com a ajuda de uma pipa gigante, que mais parece um parapente. muito loko, esses praticantes ainda estavam aprendendo pois não ví nenhuma manobra mais ousada tipo as que vemos na Tv.
Da praia saimos pra marapanim, antes o rafael tombou a lander dele num topete igual ao da entrada só que esse foi na saída, o rapaz foi naquele lance de na dúvida acelera e subiu a lateral de monte de areia e ficou desnivelado com tombamento da landoca, tava tentando filmar a saida da praia, mas qdo vi o apuro do rafa larguei tudo e fui lá ajudar.
Da praia fomos pra Marapanim onde demos um rolê pela orla e procuramos um restô pra almoçar, de lá paramos em Terra-alta pra tomar banho no rio marapanim só que devido a um desencontro, tiramos o sal mais a frente em um igarapé a 21 kms de castanhal.
fts do Bv:
Vídeos:
trecho off road ida a são joão da ponta
orla e trapiche de SJP
trecho on entre castanhal e marudá
curva do S px vila bacuriteua - estrada de crispim
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
sábado, 3 de setembro de 2011
Honda VTR 250 CC
Uma substituta à altura para os desolados fãs da twister e descontentes donos de cb300, abaixo algumas informações sobre o modelo.
Motor
A unidade motriz da renovada naked de 250 é um bicilíndrico em V a 90 graus com duplo comando no cabeçote e arrefecimento líquido. Ela ganhou o moderno sistema de injeção de combustível PGM-FI da Honda para um funcionamento suave e também para proporcionar torque desde as baixas rotações. O motor V2 oferece 29 cv de potência máxima a 10.500 rpm, além de torque máximo de 2,24 kgf.m a 8.500 rpm.
Em conjunto com o câmbio de cinco marchas, a VTR 250 promete conforto e economia de combustível. Fazendo dela uma moto ideal para o dia-a-dia e também para viagens no final de semana.
Ciclística
O estilo da pequena VTR é marcado pelo seu quadro de aço em treliça, que lembra muito as italianas Ducati. Facilitando a pilotagem dos inexperientes o banco está apenas a 77 centímetros do chão. Para agüentar os trancos das vias a suspensão dianteira é do tipo garfo telescópico com 117 mm de curso e a traseira conta com único amortecedor de 125 mm de curso. A suspensão traseira ainda traz ajuste da pré-carga da mola.
Estabilidade também não será problema para a VTR, ao menos na teoria. As rodas de liga-leve são calçadas com pneus sem câmara, nas medidas 110/70 – 17, na dianteira, e 140/70 – 17, na traseira.
Os freios da VTR 250 merecem destaque. O avantajado disco dianteiro tem 296 mm de diâmetro e é mordido por pinça de pistão duplo. Na traseira, a VTR também usa freio a disco de 220 mm acionado por pinça de pistão simples.
Preço competitivo
Recém lançada na Europa, a nova VTR 250 custa 4.699 Euros na Espanha e estará disponível a partir de maio nas revendas hispânicas. Só para comparar: a nossa aposentada Twister é vendida em Portugal com o nome de CBF 250 por 4.430 Euros.
Pouca diferença se levarmos em conta o motor V2, o estilo mais moderno e o freio a disco na traseira da VTR. Bem que a VTR não seria uma má opção para os fãs de Twister no Brasil, ainda mais se o preço fosse semelhante.
Mas a assessoria de imprensa da Honda tratou de frustrar as esperanças dos órfãos da Twister e prontamente respondeu nossas indagações por e-mail: “não há previsão do modelo VTR 250 vir para o Brasil”.
fonte: blog da suzuki yes (http://tudosobreasuzuki125yes.blogspot.com/2011/09/conheca-honda-vtr.html)
Assinar:
Postagens (Atom)