domingo, 25 de dezembro de 2011

Feliz Natal A Todos!!!

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OU DE MOTO...

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FELIZ NATAL A TODOS!!!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Off-Road - Santa Izabel-pa



fonte: http://sitemoto.com.br/sitemoto/index.php?option=com_content&view=frontpage&Itemid=1

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Papai Noel na Trilha Castanhal-12 anos - Eu Fui!!!

Poeira para os Trilheiros e Presentes para as crianças que moram em locais de difícil acesso; Assim foi o Papai Noel na Trilha castanhal - 12 Anos. Uma iniciativa do Bonifácio, o popular Boni, que a cada ano melhora o evento. Este ano como já é tradição Saimos da MOTOHOUSE, sua loja; onde foi servido uma farto café da manhã e após a foto oficial saimos em direção à Vila Nova, localidade distante com acesso por ramais de terra com muitos trechos de areial. Antes passamos por muitas localidades onde era feita a parada e entrega de presentes e doces ás Crianças. Os trechos percorridos eram de ramal, poucas vezes adentramos na mata, muitos trechos de areia que se deixar a frente bobear é chão, foi muito ramal e pouca mata; Devido a quantidade de motos (+50), Quadriciclos e o Comboio de Carros com os presentes, não faltou poeira, até pq não havia chovido no dia anterior. havia muitas motos importadas - KTM, Husaberg, CRF450, CRF250X, Suzuki DR400...e também xlx125, XR200, titan, pop, mostrando que a trilha também é um espaço democrático e aberto a quem não tem condiçoes de ter uma CRF ou uma moto mais apropriada para o off-road, ponto para a coordenação. ; na volta bati em um toco que tava de comprido no meio da mata kkkkkk, fui ao chão. ainda bem que só entortou a carenagem da XR, nada grave; mais a frente pulei um quebra-mola e a bóia do carbura prendeu e a moto não dava partida, nada que uma batida com uma chave de fenda no carbura não resolvesse...cheguei em ksa ás 7hs, roupa suja mas de alma lavada. confiram algumas fotos desse Papai Noel na Trilha:









Husaberg e uma pop preparada pro off-road














Depois da entrega de presentes, fomos para esse balneário, onde almoçamos e retornamos a castanhal. teve gente que colocou a moto na carrocinha, eu e muita gente voltamos rodando.



Uma parte da turma que voltou rodando: Primo, Joaninha, eu e Alex Pressão. vlw turma

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Nova Honda CRF250 L - A nova Tornado da Honda

Mostrada no salão de tóquio e com previsão de comercialização em terras brazucas, segundo a midia especializada no segundo semestre de 2012; a nova CRF250 L vem com tudo, se a Honda manter o padrão e não der aquela enfeiada básica e substituir algumas peças dela por de outras motos já existentes no mercado, esse modelo vai bombar!!!



Novos Vídeos da Máquina:

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

A caminho de Casa - Guaíra-To a Castanhal-Pa

3º e último dia de viagem, que ansiedade de chegar em casa..., na Noite anterior estive vendo a rota, e descobri que poderia fazer o retorno tb por Marabá-pa, se não estivesse tão afim de chegar quem sabe não iria por lá, afinal não conheço essa parte do estado.
peguei a estrada as 6 e meia, e como falamos por aqui - chinelei, antes olhei a corrente achei que ainda dava pra tocar estava com plano de parar em Araguaína-To pra regular a corrente, quando passei por lá não vi nenhuma oficina e a cidade estava muito movimentada não quis parar.
Passei por Wanderlandia, Tocantinópolis.Ainda no tocantins paro pra lanchar isso era umas 9hs e qdo retorno, vou lubrificar a corrente, qdo vem um caminhoneiro e começo a conversar com ele, ele fala que já teve uma tornado e olha o pneu traseiro, e me mostra que está um pouco murcho, nem tinha percebido, trato logo de calibrar e ficar de olho nele. Entro no Maranhão, logo estou em Imperatriz, o portal da amazônia segundo um pórtico da cidade, então tah...; onde almoçei e logo estou na divisa PA/MA, Chego em Dom Eliseu, Ulianópolis, Paragominas onde parei pra lanchar e descansar um pouco eram 4 hs; Ví uns caras parados px a lanchonete e fikei esperto... retornei a estrada 4 e meia e segui, passando algumas cidades conhecidas Ipixuna onde abasteci e bati um papo com o frentista que se reclamou de um roubo do freio "D" completo da tornado e falou das dificuldades em arrumar peças pra tornado na cidade; mais á frente é Aurora, mãe do rio, São Miguel dei uma parada e liguei avisando que já estava perto, Santa Maria e castanhal minha casa;

Acredito que não exista alegria maior que chegar em casa e rever a familia depois de dias viajando.

Da estrada lembro do sol impiedoso, da chuva refrescante do cheiro de asfalto molhado após a chuva...infinitas retas que eram vencidas pouco a pouco; lembro que no nordeste ficava muito feliz de fazer as curvas de alguns morros que descíamos, mal sabia que iria passar um dia só fazendo curvas na Rio-Santos, gostosas porém perigosas curvas...; ficam as lembranças dos lugares onde passei, das pessoas que conheci, dos amigos que deixei, das maravilhosas paisagens desse imenso país, ora vistas, ora contempladas, ora apenas vistas rápidas... registradas na máquina digital ou na memória, dos aromas sentidos, enfim de tudo que foi VIVENCIADO nestes 22 dias de viagem, 12 Estados Brasileiros "Conhecidos", mais de 10.000 kms rodados.

Esta viagem foi diferente pelo fato de viajar em dupla, com meu parceiro de viagem Ivan Jr. foi uma experiencia nova, dividir as responsabilidades, ter que acompanhar o ritmo do parceiro e vice-versa. as vantagens em uma viagem em dupla ficam por conta da maior segurança, do apoio em caso de algum problema com a moto etc. Em contrapartida exige maturidade, paciencia e uma certa dose de empatia. A viagem solo, também possui suas vantagens, a autonomia de administrar o tempo, as paradas, porém exige mais responsabilidade com si mesmo e com a moto e mais atenção com a segurança.

Cada viagem é unica, não apenas pela rota que pode ser diferente da anterior, mas por permitir viajar pra parte desconhecida que temos, e nos conhecer, saber do que somos capazes, e saber nossas fraquezas e virtudes.

Somente em uma longa viagem podemos ter idéia da real dimensão do mundo exterior e ter noção da efemeridade da vida e do quanto somos pequenos, insignificantes face ao mundo real.

Aprendemos a valorizar as pessoas que se importam conosco que podem até ser poucas, mas elas estão lá a todo momento querendo saber onde e como vc está. encerrando o post aí vão as fts desse dia:

Estreito-To




Divisa Pa/Ma pela BR 010



Companheira de viagem suja



Vídeo da Ponte férrea - Estreito-To


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Esta parte da postagem dedico às pessoas que estiveram conosco em algum momento, fizeram a diferença e contribuiram de alguma forma para o sucesso desta Viagem:

- Inicialmente ao Criador do Universo;
- Minha Família, pela compreensão de minha ausência nesses 22 dias e pelo apoio;
- Meu Mecãnico de Confiança (Leulis), pelos ótimos serviços executados em minha moto, já estou na terceira viagem e até agora não tive problemas de ordem mecânica;
- Ao Meu parceiro de viagem Ivan Jr;
- Ao Amigão Nelson Bad, que fez a diferença em mais uma viagem minha,(já tah virando rotina) rsss, obrigadão mais uma vez.
- Ao Amigo Alisson pelo apoio em Maceió;
- Ao Serjão e Turma de Aracajú;
- Aos amigos ILP e Familia de Feira de Santana;
- Ao Amigo Quasenada que tb encarou uma volta solo;
- A Nadja e familia pelo apoio em Niterói-Rj;
- À familia Tornadeiros representada pelo Barbosa, Miranda, Magno e demais Tornadeiros do Rj, pelo apoio, hospedagem e convivencia nos dias que estive no RJ.
- Ao amigo Luciano (Neolux) que nos acompanhou pela Rio-Santos;
- Á Tia de Ivan e Familia pela Hospedagem em Santos;
- BR'S da Baixada Santista: Mussolino, Silvio (Deputado), Oliveira e Cris; BR'S São Paulo: Beto Sampa, Claudenir, Faluga, Kadão e Outros.
- E muitas outras pessoas que tivemos contato e de alguma forma ajudaram com indicações, informações, etc.
A todos vocês meu sincero agradecimento.

Não posso esquecer também dos internautas que acompanharam a viagem aki pelo blog, dos comentários dos amigos nas fotos e links postados nas redes sociais, e aqui no blog.
Obrigado tb a todos vocês...

Dou por oficialmente encerrada esta viagem, citando esse poema que muita gente só conhece o primeiro parágrafo:

"Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu."
Fernando Pessoa

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

A caminho de Casa - Goiania-Go a Guaíra-To

No segundo dia de meu retorno, saí as 6 e meia do hotel d'arc em goiania e após arrumar a bagagem na motoca, pensei em tomar o café mas isso não foi possível - naquela situação tempo era kilometro, ou seja cada minuto perdido era km a menos.

Abasteci a moto no posto logo em frente ao hotel e aproveitei e perguntei á frentista qual a rota pra Anápolis, que me passou as informações corretas. logo cheguei a Anápolis onde pensei que ia ter dificuldade de pegar a BR010 a belém - brasilia, ainda bem que foi fácil.




Já na BR010, relaxei pois agora a preocupação era apenas os caminhões e carretas, que sem
exagero, são os donos da rodovia, te ultrapassam, te fecham, te jogam pro acostamento e não estão nem aí...nesse dia perdi as contas de quantas vezes dei passagem indo pro acostamento pra carros e caminhões; que só perdem um pouco de velocidade em subidas ou quando se chega em alguma cidade e há lombadas, locais onde com cuidado se aproveita pra deixar para trás os grandalhões.
Este dia passei praticamente rodando em parte de goiás e tocantins, passei em frente ao acesso á palmas-To... achava que iria conseguir sair do tocantins e adentrar no maranhão, mas isto foi praticamente impossivel devido em parte aos trechos em Obras, onde se perde tempo aguardando a vez de seguir atrás de muitos caminhões o que dificulta ainda mais ultrapassar e ganhar tempo.

Neste segundo dia de viagem aconteceram as duas situações mais perigosas desse retorno, uma foi em um trecho de declive onde tomei a infeliz decisão de ultrapassar uma carreta, pois estava há bastante tempo atrás de uma fila delas e ví uma longe em sentido contrário, calculei que daria pra ultrapassar, não me toquei que em descidas elas andam muito e quase não conseguia concluir a ultrapassagem, mesmo estando de cabo enrolado foi por pouco.
Outra situação foi quando caiu de cima de uma carreta uma saca de pequi, arrebentando no asfalto e um monte de pequis sairam rolando pela via, se um deles pega na roda era quase que queda na certa, ainda bem que nenhum bateu na moto.

Acreditava que quebraria a km do dia anterior 1091 kms, haja visto que não peguei muito transito urbano e igualmente ao primeiro dia fiz paradas rápidas.
Acredito que pra quem viaja o dia todo há dois momentos únicos, o amanhecer e o entardecer, e assim curtindo o poente, fui chegando á Guaíra-To onde havia muitas obras e em alguns momentos a pilotagem ficou tensa pois a via estava só no barro e estava liso, pois havia chovido... eram umas 6 e meia e joguei a toalha, queria rodar mais, mas alguma coisa me falava que estava na hora de parar, afinal já havia cumprido a km do dia me restando apenas 964 km até castanhal.

Fui observando e achei um hotel com garagem e fui ver o preço, tava na faixa então paguei e tirei as tralhas da moto, e aproveitei pra acessar a net e fazer contato com amigos e parentes. engraçado como as pessoas se assustavam qdo falava que estava vindo de Santos-Sp e ainda estava indo ao Pará, ficavam ainda mais boquiabertos qdo falava que já havia passado pelo nordeste.

Para eles era impossível ou Loucura; incrível, como pra muita gente somos pequenos demais para o tamanho de nossos sonhos.
Comecei a ver um monte de mensagem de amigos preocupados com minha falta de contato, expliquei que como fico praticamente o dia todo pilotando não tem como acessar a internet, logo repassei sms e atualizei as informações na pagina do facebook e do fórum.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

A caminho de casa - Santos-Sp a Goiania-Go

Saí cedo eram no máximo 6hs, segui a rota feita pelo deputado (BR) e saí de Santos pela Imigrantes, peguei o rodoanel > Bandeirantes> anhanguera; mesmo com a rota na mão teve um momento de dúvida a estrada bifurcou e apontou duas saídas e , tomei a decisão certa e rápido peguei a entrada de campinas, mas fica a dúvida e lá na frente confirmei estar na rota certa.nesse primeiro dia de estrada parei somente pra abastecer e fazer dois lanches rápidos, já havia lido muito a respeito de saber lidar com o emocional na volta pra casa, quando a saudade aperta e vc só quer saber de rodar pra chegar rápido, engraçado que a teoria é uma coisa e a prática é outra ... andei sempre no limite das vias; 110 andava a 110, ainda mais que as vias são muito bem sinalizadas e com muitos radares. a exemplo do que aconteceu nos dias subsequentes, nesse primeiro dia de viagem tirei muito pouca foto, não queria perder tempo só rodar.engraçado que começei a achar que havia algo de errado... as cidades que falavam que eu ia passar meio dia onde possivelmente almoçaria, passei bem cedo mesmo, o mesmo com a cidade onde teoricamente iria dormir. quando entrei em Goiás, tracei a meta de dormir em goiania ou anápolis, não importando que hora fosse chegar. Até catalão-Go fui sem problemas, de lá peguei uma rodovia estadual muito mal conservada com muitos buracos e irregularidades, e passei por várias cidades pequenas e me perdi em uma delas, fui pedir informação 2x e consegui retornar pra estrada, começou a cair uma chuva fina, coloquei a capa de chuva já prevendo o que viria pela frente - muita chuva. olhei pro relógio eram 7 e meia e ainda estava claro e nada de placa falando a distancia até goiania, pensei várias vezes em dormir em alguma cidade da rodovia. "sempre pensava vou dormir na próxima"... mas fui teimoso e segui em frente, naquele momento meu maior medo era furar um pneu ou a corrente quebrar e ficar rodado sozinho a noite no meio do nada, mas se bem que tinha barraca e iria acampar de qualquer jeito... começou a chover forte, o frio não incomodava, mas tinha que trocar de posição de pilotagem hora em hora; ora aparecia um nevoeiro com a chuva e ficava complicado pilotar pois além de ser noite, a chuva fina incomodava qdo abria o capacete e se fechava ficava embaçado, isso era complicadíssimo nas curvas, pois já tava achando que era brincadeira; nas retas quase não cruzava com carros, mas bastava chegar numa curva que vinha carro e ofuscava a visão, sendo que tinha que reduzir e olhar pra linha branca pra se orientar. até que passou um carro que ia bem devagar e colei nele até goiania, eram 9 e pouco da noite e a cidade tava alagada da chuva e parei num posto onde pedi informação sobre a rota pra rodoviária, onde sabia que havia hotel, tava afim de descansar; rodei um pouco em goiania e fui em 03 hoteis e fikei em um mais ou menos por um preço bom pra mim. guardei a moto no estacionamento, e fui dormir, ainda dei uma olhada rápida na net e passei uns sms pra amigos e pra patroa. nesse primeiro dia de viagem rodei 1091 kms em 15 horas de pilotagem quase que ininterruptas.






a placa que tanto rodei tentando chegar no primeiro dia - anápolis e estava perto mas não quis arriscar afinal rodar a noite e pedir pr arrumar encrenca.